Visualizações

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Jovens tardes de verão

Era sentada na areia que ela olhava a imensidão do mar
Gostava de perder-se naquele azul vida
Ondas quebravam no rochedo lúbrico e gélido
Espumavam memórias perdidas
Memórias de uma tarde de verão
Na calmaria daquele momento
Reinava a certeza do querer ficar
De eternizar sonhos
Mergulhar no infinito
O sol sobrevoava o horizonte
Espalhava com sua tinta
Gotas famintas
Cegava o olhar
Cúmplice, o entardecer
Chegava fazendo travessuras
Com sua face rubro rosa
Soprava frescura
Esperava (com olhos de ternura)
O último mergulho do astro rei

(JOANA TIEMANN)

3 comentários:

  1. Nossa, sinto-me introduzida na poesia, pois consigo sentir o que as palavras exprimem.. muito linda, a cada dia é notável o progresso.. parabéns, ameiiiiiii TE AMO

    ResponderExcluir
  2. Bom dia!

    Primeiro, perdoe minha ausencia...
    Tava um pouco afastada da blogesfera.
    Mas estou de volta.
    Segundo...
    Seu texto é simplesmente lindo, me remeteu, há algumas tardes de verão na praia onde eu sentava e ficava durante um logo tempo contemplando o mar, apenas sentindo a paz q ele me proporcionava.

    Beijo grande!

    ResponderExcluir
  3. O fascínio que o mar exerce sobre toda a gente é inegável, né, Joana? Pessoas muito diferentes em tudo se rendem de igual forma aos encantos desse grandão!

    Rs

    Um beijo, parabéns pelo belo post.

    ResponderExcluir